Documentos e objetos perdidos no Virada Salvador já podem ser recuperados na base da Guarda Municipal
As pessoas que perderam documentos e outros objetos durante o Festival Virada Salvador 2025 já podem recuperá-los na base da Guarda Civil Municipal (GCM), na Avenida San Martin, a partir desta quinta-feira (2). A ação pode ser feita de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 9h às 17h, na base da GCM, situada na Avenida San Martin, 734, Fazenda Grande do Retiro.
Os documentos ficarão disponíveis no local por um período de um mês. Após esse prazo, serão encaminhados aos órgãos emissores. A lista da documentação com os respectivos nomes está disponível no site www.gcm.salvador.ba.gov.br.
Para fazer a retirada, é necessário apresentar um documento oficial com foto, boletim de ocorrência e informar o nome completo e data de nascimento. A GCM orienta que as pessoas procurem o posto de atendimento o mais rápido possível para evitar transtornos.
Redução – Nesta última edição do Festival, a GCM recolheu e catalogou 141 documentos e objetos perdidos durante os cinco dias, no perímetro do evento. A quantidade representa uma queda de 62,9% em relação ao mesmo período da edição anterior (2023/2024). Entre os documentos recebidos, encontrados e catalogados estão carteiras de identidade, CPF, carteiras de trabalho, identidade funcional e de plano de saúde, cartões de crédito, carteiras e chaves de veículo.
O coordenador de Ações de Prevenção à Violência da GCM, James Azevedo, destaca que o uso de documentos digitais tem se tornado cada vez mais comum, por esse motivo, o número de achados tem reduzido. “Fizemos uma campanha para orientar as pessoas a não levarem tantos documentos para festa. Somado a tudo, tivemos menos ocorrências de segurança. Consequentemente, menos itens perdidos”, conta.
Auxílio – A estudante Camile Almeida, de 22 anos, foi uma das pessoas que encontrou um documento no festival, no penúltimo dia de evento, e realizou a entrega no estande da Guarda Municipal, situado na Vila Prefs, dentro da Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio.
“Assim que eu vi, pensei em entregar para um responsável. Primeiramente, porque não é meu e depois porque eu pensei logo em quem perdeu, que deveria estar em desespero procurando. Com certeza, se fosse comigo, eu gostaria que o cartão fosse entregue para algum órgão responsável”, revelou.
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