Delegado pede avaliação psiquiátrica de suspeito de estupro

FOTO: REPRODUÇÃO
O delegado plantonista do 78 DP, Rogério Nader, pediu à Justiça que seja feito uma avaliação psiquiátrica do acusado.
Esse pedido é chamado de incidente de sanidade mental, segundo Nader, que registrou o caso como estupro. Se a Justiça acolher o pedido do delegado, o acusado Diego Novais, 27, pode ser encaminhado para um presídio manicomial, como o de Franco da Rocha, na Grande São Paulo.
O delegado disse também que pedirá a prisão preventiva dele, caso não seja acolhida primeira medida.
O Policial afirmou também que o próprio Novais pediu para seja internado pra um tratamento. "No meu entendimento, ele tem problemas. Ele me disse que precisa de um tratamento", afirmou Nader.
A vítima e uma mulher que testemunhou o crime deixaram a delegacia sem falar com jornalistas. Segundo policiais que interrogaram a vítima, ela disse estar muito abalada.
O ajudante geral Diego Ferreira de Novais, 27, que havia sido preso na terça-feira passada (29) por ejacular em uma mulher dentro de um ônibus, foi detido novamente por volta das 8h deste sábado (2), após atacar outra mulher em um coletivo na av. Brigadeiro Luís Antônio, na altura do n° 2.500. Segundo a Polícia Militar, Novais entrou no ônibus, se posicionou do lado de uma mulher que estava sentada, e começou a manipular o órgão sexual. A mulher percebeu o incômodo tentou sair de perto, mas ele a segurou. Ela então gritou pedindo para que o ônibus parasse. A polícia foi chamada e o ajudante geral foi detido sem oferecer resistência.
OUTRO CASO NA TERÇA-FEIRA
Novais já havia sido detido por suspeita de estupro dentro de um ônibus na terça-feira (29) próximo ao cruzamento com a alameda Joaquim Eugênio de Lima. Segundo a Polícia Militar, o homem teria se masturbado e ejaculado sobre uma jovem. Por determinação do juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto expedida na quinta-feira (30), em audiência de custódia no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital, Diego Novais foi solto.
Na decisão, Souza Neto entendeu que o caso não era de estupro, mas de importunação ofensiva ao pudor -uma contravenção penal cuja pena é de multa. A justificativa seria de que Novais não teria usado de violência ou de grave ameaça para constranger a vítima.
A decisão do juiz repercutiu nas redes sociais.
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