Declarações sobre aborto seriam cômicas se não fossem trágicas”, ironiza pastor e deputado federal

"Declarações sobre aborto seriam cômicas se não fossem trágicas”, ironiza pastor e deputado federal após Lula defender a prática alegando ser questão de saúde pública
Em recente declaração pública o ex-presidente Lula afirmou que o aborto 'deveria ser transformado numa questão de saúde pública e todo mundo ter direito', reacendo as discussões acirradas sobre o tema.
Para o pastor e deputado federal Alex Santana a conscientização deveria ir além de uma simples pergunta sobre ser contra ou a favor do aborto. “A questão é muito mais profunda que um simples questionamento. Não se trata de um posicionamento político e, sim, de como é tratada a vida de um ser humano que não tem opção de escolha. Além disso, as discussões deveriam ser pautadas em planejamento familiar, paternidade responsável, geração de emprego e renda, acesso à prevenção, educação e serviços de saúde de qualidade”, justificou o parlamentar.
O deputado ironizou afirmando ser contraditório o ex-presidente Lula defender o aborto por se tratar de uma “questão de saúde pública". “Eles estiveram por anos no governo e o que fizeram para reverter esta situação? O que o governo Lula fez para reduzir os índices de aborto (e mortes) no Brasil? Seria cômico se não fosse trágico. O que vivemos hoje é resultado de um governo omisso em ações efetiva sobre a questão”, completou o parlamentar.
Alex Santana, com o objetivo de fazer a população refletir sobre seu voto nas próximas eleições, aproveitou para destacar uma matéria publicada pela Revista veja nesta quinta-feira (07), com o título _“O que Alckmin, cotado para vice de Lula, pensa sobre aborto”_. De acordo com a publicação, nas duas ocasiões em que concorreu à Presidência da República, Geraldo Alckmin, então no PSDB, foi incitado a falar sobre o aborto e se dizia contrário. Ainda de acordo com o texto, “a declaração do presidenciável Lula defendendo o aborto fez com que opositores políticos questionassem a formação da chapa do petista com o ex-governador, recém filiado ao PSB”.
“Sou pastor evangélico sim, com uma fé inabalável. Mas não uso o tema como manobra política para agradar um ou outro segmento, não tenho fanatismo religioso, não corroboro com nenhum tipo de violência contra a mulher e até entendo a fragilidade da legislação que temos hoje no Brasil que muitas vezes não impede a realização do aborto. Mas me posiciono de acordo com a minha crença e sou totalmente a favor da preservação da vida humana em todas as suas manifestações e isso acontece desde a concepção”, finalizou.
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