Morar Melhor alcança mais 100 casas em Nova Brasília
O Morar Melhor segue transformando a realidade de famílias carentes de Salvador. Desta vez, o programa da Prefeitura reformou mais 100 casas em situação precária na comunidade de Jaguaripe II, em Nova Brasília. A entrega das intervenções ocorreu na manhã deste sábado (22), com as presenças do prefeito Bruno Reis e do secretário de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), Julio Santos, dentre outras autoridades.
O prefeito ressaltou que o Morar Melhor ajuda a população a viver em um local mais seguro e confortável, promovendo ainda o resgate da autoestima dos cidadãos. “Nada é mais importante para uma pessoa do que a própria casa. Por isso foi desenvolvido esse programa, para que as famílias pudessem viver com mais dignidade na comunidade onde vivem. É uma iniciativa de sucesso, que já alcançou 40 mil imóveis em toda a cidade”, declarou Bruno Reis.
Uma das beneficiadas nessa nova etapa é a família da autônoma Antonieta Correia, de 50 anos, que reside há 24 anos na localidade com seis filhos e cinco netos. Ela contou que a única renda da família atualmente é o Auxílio Brasil e que era um sonho realizar a reforma no imóvel.
"Aqui era muita pingueira em cima da cama, tinha que espalhar baldes pela casa, tinha cama até na cozinha. Agora, com a reforma, não pinga mais, teve pintura, novas portas e janelas. A casa está linda, uma maravilha, melhorou muito a minha vida e a da minha família. É um sonho realizado e só tenho a agradecer a Deus e à Prefeitura”, relatou.
Esta é a segunda vez que o programa chega ao bairro. Na edição anterior, foram beneficiados 140 imóveis. Diante dos pedidos dos moradores, o prefeito autorizou a reforma em mais casas na localidade, com levantamento a ser feito pela Seinfra.
Funcionamento – O Morar Melhor possibilita melhorias em residências em situação precária na cidade. As melhorias são escolhidas em conjunto com o morador e envolvem pintura, reboco, recuperação ou troca de telhado, troca de esquadrias (portas e janelas) e instalações sanitárias.
Os critérios adotados são a precariedade dos bairros, baseado em dados do IBGE 2010; maior predominância de domicílios com alvenaria sem revestimento; maior predominância de pessoas abaixo da linha de pobreza; maior predominância de mulheres chefe de família; maior densidade habitacional e precariedade habitacional obtida pela observação de campo. Não são contemplados imóveis em situação de risco, imóveis de aluguel ou famílias que apresentem renda superior a três salários mínimos.
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