Lançamento de livro fecha programação de 2022 da Casa do Benin

A Casa do Benin fechou com chave de ouro a programação cultural de 2022 do local, administrado pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), no Pelourinho. Nesta quinta-feira (15), ocorreu o lançamento do livro “Frutos Amargos e Fragmentos de um pequeno Poemário”, primeira obra do professor cachoeirense Roque Bispo Conceição, popularmente conhecido como Roque Boboso.

A publicação, intitulada “Frutos amargos & fragmentos de um pequeno Poemário”, traz narrativas de uma leitura crítica do Brasil e da política brasileira no marco de duas décadas, e discute os processos políticos vividos no país, nos últimos anos. O livro também possui 62 crônicas, onde é possível conhecer outra verve do autor: a poesia.

Aos 79 anos, o autor era só emoção ao publicar sua primeira obra. “Externo nessa resenha política as minhas insatisfações sobre o nosso atual momento político. Estou muito feliz, estou realizando o lançamento em meu reduto, o meu DNA e dos meus ancestrais, a qual é a Casa do Benin”, disse.

Atividades – Durante todo o ano, a Casa do Benin recebeu diversas atividades. E, na última, não foi diferente, com a presença de várias pessoas prestigiando o lançamento. Na opinião do gestor do espaço, Igor Tiago, o ano de 2022 foi de retomada importante e significativa para a reabertura das atividades no local.

“Tivemos um saldo positivo neste ano, com diversas iniciativas e parcerias. Estamos muito felizes em poder conquistar os lugares que pudemos chegar em 2022, e teremos muito trabalho voltados para a cultura de nossa cidade”, disse.

Em 2023, a Casa do Benin celebrará 30 anos. A programação de aniversário deverá contar com diversas exposições, mostras, oficinas, dentre outras atividades culturais.

Cultura africana – O estudante de história e turista da cidade de São Paulo, Leonardo Novo, de 30 anos, está de passagem pela capital baiana devido a atividades acadêmicas. Ele reconhece a natureza do equipamento, voltada para a valorização, difusão e preservação da cultura africana como um todo.

“Já ouvia falar muito da Casa do Benin, através de pesquisas e de amigos, mas é a primeira vez que entro no espaço físico. É importante saber sobre esses a história da África em Salvador e quando começa a compor os espaços urbanos”, declarou.

História – Criada em 1986, a Casa do Benin é gerida pela FGM, por meio da Gerência de Equipamentos Culturais. Inaugurada em um casarão colonial, que teve reforma assinada pela arquiteta Lina Bo Bardi, abriga espaço museal onde estão expostas obras coletadas por Pierre Verger em expedições à Costa do Benin, na África.

No prédio anexo há salas multiuso e terraço, além de espaço para desenvolvimento de atividades culinárias, que já abrigou um restaurante de comidas afro-brasileiras, com uma cozinha industrial e a réplica de uma Tatassomba, edificação típica do Benin. O funcionamento é de terça-feira a sábado, das 10h às 17h, e a entrada é gratuita.

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