‘PERDEU, MANÉ’: Samuel Jr. afirma que STF é parcial ao promover condenações injustas contra protestantes
Nos últimos dias, o caso de Débora Rodrigues dos Santos ganhou repercussão nacional após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, votar pela sua condenação, ao ser flagrada escrevendo ‘Perdeu, mané’ na estátua da justiça, em frente à Corte, durante as manifestações do 8 de janeiro de 2023.
O magistrado sugeriu a pena de 14 anos em regime fechado, o que causou revolta por parte da opinião pública pelo exagero em comparação ao ato. Sobre isso, o deputado estadual Samuel Junior (Republicanos - BA) criticou a forma parcial que o Supremo está lidando com os acusados do protesto, em uma demonstração clara de desequilíbrio de poder e truculência visando oprimir os partidários de direita no país.
Nas redes sociais, o parlamentar aproveitou para relembrar de criminosos de alta periculosidade, responsáveis por homicídios, tráfico e escândalos de corrupção, que foram absolvidos por membros da Alta Corte da justiça, sem nenhum impedimento ou justificativa, enquanto outros – que não são uma ameaça à sociedade e muitos deles idosos – podem ficar o resto da vida atrás das grades.
Os traficantes André do Rap e Fuminho, soltos pelos ministros Mauro Aurélio Mello e Gilmar Mendes, respectivamente, além de Marcelo Odebrecht, um dos chefes do maior esquema de corrupção do Brasil, que teve o presidente Lula (PT) envolvido, e foi liberado por Edson Fachin, foram os citados para comparar com a situação de Débora. “Uma mãe de família com apenas um batom merece ficar mais tempo na cadeia do que esses homens com extensa ficha criminal? Para o STF, sim”, pontuou.
Ao refletir a atual situação, o parlamentar baiano alertou que há um estado de contínua tensão e instabilidade social causada pelo STF, que de maneira partidária busca caçar opositores, utilizando a justificativa de proteger a democracia.
“A justiça brasileira está sendo uma vergonha tendo lado, indo contra o que símbolo da área transmite: ser cega, surda e muda, ou seja, isenta. Que esse peso da injustiça tenha uma punição em breve, precisamos sempre mantermos atentos”, finalizou.
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