Tia Eron foi relatora do projeto que criminaliza condutas ofensivas à mulher na Internet

Foto: Reprodução
“É muito honroso para mim ter sido a relatora de um projeto que me diz respeito. A gente sabe que a maioria das vítimas são mulheres, mas o projeto também abrange os portadores de necessidades especiais e as relações homoafetivas, porque ter a sua vida exposta na web, não tem volta”, disse a deputada federal Tia Eron (PRB-BA). O Projeto de Lei nº 5555/13, do deputado João Arruda (MDB-PR), criou a pena para o registro não autorizado da intimidade sexual, que vai de seis meses a um ano de detenção e multa.
A matéria, aprovada em novembro de 2018 na Câmara dos Deputados, também cria pena para quem divulga, propaga ou vende qualquer registro com cenas de estupro ou que faça apologia ou induza a sua prática. Pratica o mesmo crime quem divulgar, propagar ou vender registro de cena de sexo, nudez ou pornografia. A pena, para ambos os casos, será de reclusão de um a cinco anos.
Outras notícias
Aumento do eleitorado idoso pauta campanhas, mas abstenção é desafio
15 de Julho de 2026
Secretaria Municipal de Gestão abre 42 vagas para estágio de nível superior
15 de Julho de 2026
Operação Parking realiza ofensiva contra grupo investigado por roubos em Salvador
15 de Julho de 2026
SMS realiza mais de 5,6 mil ações de saúde durante o Viver Salvador nos Bairros e amplia acesso da população aos serviço
15 de Julho de 2026
Shakira manda recado para filha de Léo Santana e Lore Improta após vídeo viral de dança
15 de Julho de 2026
Do amor à indecisão 09 de Março de 2018
Advogado baiano viraliza ao retratar com humor o cotidiano da profissão 06 de Maio de 2026
TJBA lança app para vítimas pedirem medida protetiva, nesta segunda-feira 09 de Março de 2026
Shakira manda recado para filha de Léo Santana e Lore Improta após vídeo viral de dança 15 de Julho de 2026