Prefeitura amplia unidades de referência para vacinação contra febre amarela

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A partir da próxima segunda-feira (26), as Unidades de Referência de Aplicação da Vacina contra Febre Amarela passam de 41 para 89 em Salvador. Para evitar a circulação do vírus no município, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) convoca as pessoas que ainda não tomaram a dose do imunobiológico a buscarem os postos da rede municipal.
A medida foi tomada devido a chegada do verão, período aumenta o fluxo de turistas de todo mundo na capital baiana. O alerta também serve para quem viajar para as áreas com recomendação no país como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais se imunizar 10 dias antes de embarcar.
“Tivemos episódios de macacos identificados com febre amarela no perímetro urbano e essa informação gerou uma grande procura pela vacina nos postos de saúde em 2017. No entanto, passado esse período, as pessoas deixaram de buscar os serviços para imunização. Sabemos que essa é uma época do ano que pessoas de todas as regiões do planeta procuram nossa cidade como destino turístico, inclusive, indivíduos de São Paulo, estado que vive uma situação aguda da patologia com casos confirmados da doença em humanos e um avanço da epizootias [ocorrência da doença em animais] do interior para capital. Por isso estamos convocando todas as pessoas que ainda não se vacinaram a realizarem a imunização”, alertou Doiane Lemos, subcoordenadora de Controle de Doenças Imunopreveníveis.
Estima-se que 1,1 milhões de indivíduos ainda precisam se proteger contra a doença na cidade. Somando-se à população imunizada nos anos anteriores, a marca da cobertura vacinal é de 59% do público alvo – pessoas de nove meses a 59 anos de idade.
Para ter acesso a vacina basta buscar uma das 89 salas de vacinação da rede municipal de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 08 às 17 horas.
Contra indicação – O Ministério da Saúde afirma que a vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Para estes grupos, a orientação é que a pessoa busque ajuda médica, cujo profissional de saúde avaliará o benefício e o risco da vacinação, levando em conta o risco de eventos adversos.
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