"Se quiserem, me derrubem", diz Temer em entrevista

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O presidente Michel Temer (PMDB) afirmou pela segunda vez que não vai deixar o governo, após ter o seu nome vinculado ao escândalo da JBS. Segundo o peemedebista, renunciar o cargo seria admitir a culpa. "Agora, mantenho a serenidade, especialmente na medida em que eu disse: eu não vou renunciar. Se quiserem me derrubem, porque, se eu renuncio, é uma declaração de culpa", afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo.
Temer ainda falou que irá mostrar a força política para provar de que ele não está perdido, como muitos afirmaram na última semana. “Eu vou revelar força política precisamente ao longo dessas próximas semanas com a votação de matérias importantes. Tenho absoluta convicção de que consigo. É que criou-se um clima que vai ser um desastre, de que o Temer está perdido. Eu não estou perdido”.
Michel Temer é suspeito de corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa, após a delação de um dos donos da JBS, Joesley Batista, na última quarta-feira (17). Contra o presidente, ainda será apresentado um pedido de impeachment na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
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